Se você atua no agronegócio, sabe que o grande desafio atual é produzir mais utilizando menos recursos. Nesse contexto, a irrigação tornou-se uma ferramenta essencial para garantir produtividade e segurança nas lavouras. Além disso, as oscilações climáticas e a crescente pressão por eficiência operacional transformaram a gestão da água em uma questão estratégica. Hoje, ela deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser um fator decisivo para a rentabilidade no campo.
Nesse cenário, a irrigação se consolidou como um dos principais motores da produtividade agrícola. Segundo o Relatório Atlas Irrigação, da ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico), o Brasil amplia sua área irrigada em ritmo acelerado. A cada ano, entre 250 mil e 280 mil novos hectares passam a utilizar sistemas de irrigação.
Como resultado, os produtores conseguem reduzir riscos climáticos e aumentar a produtividade, chegando a realizar até três safras anuais. No entanto, existe um desafio muitas vezes ignorado. Engenheiros agrônomos, projetistas e distribuidores convivem com perdas causadas pela condução ineficiente da água entre a captação e a lavoura.
Quando um projeto utiliza tubos e conexões de PVC que não atendem rigorosamente às normas técnicas, os impactos aparecem rapidamente. Em muitos casos, o prejuízo é percebido diretamente nos custos operacionais da propriedade ou da obra de infraestrutura.
De acordo com pesquisas da ESALQ/USP, a energia elétrica utilizada para o bombeamento de água está entre os maiores custos de uma lavoura irrigada. Dependendo da operação, ela pode representar de 15% a 30% do custo total de produção.
Além disso, o estudo aponta que tubulações mal dimensionadas ou com irregularidades internas aumentam a perda de carga do sistema. Consequentemente, as motobombas precisam trabalhar com mais potência. Isso pode elevar o consumo de energia em até 20%, mesmo para entregar o mesmo volume de água ao sistema de irrigação.
Os problemas não param por aí. Materiais sem controle rigoroso de qualidade também podem gerar:
Infiltrações ocultas: vazamentos subterrâneos difíceis de identificar, que reduzem a pressão da rede e aumentam o desperdício de água.
Paradas não planejadas: a necessidade de substituir um tubo rompido em um período crítico pode comprometer a qualidade e a produtividade da safra.
Para garantir eficiência hídrica e proteger a rentabilidade da operação, a escolha dos materiais deve se basear em três pilares fundamentais.
1. Superfície interna lisa
Tubos com paredes internas uniformes reduzem o atrito da água durante o transporte. Dessa forma, ocorre menor perda de carga e maior eficiência energética no bombeamento.
2. Alta resistência mecânica
O ambiente agrícola exige materiais robustos. Por isso, os tubos e conexões devem suportar golpes de aríete, variações de pressão e movimentações do solo sem apresentar falhas.
3. Conformidade com as normas técnicas
Produtos fabricados de acordo com as normas NBR oferecem mais segurança para projetistas, construtoras e produtores. Além disso, garantem maior durabilidade e confiabilidade ao sistema.
Na Multilit, entendemos que a eficiência da irrigação começa pela qualidade da infraestrutura. Por isso, nossa linha de tubos e conexões de PVC é desenvolvida com rigorosos padrões de fabricação. O resultado é mais durabilidade, estanqueidade e segurança para cada projeto.
Seja em sistemas de aspersão, gotejamento ou condução de grandes volumes de água, as soluções Multilit ajudam a reduzir perdas e aumentar a eficiência operacional. Assim, custos invisíveis podem ser transformados em ganhos reais de produtividade e rentabilidade.
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